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	<title>Método DeRose Alto da XV &#187; Destaques</title>
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	<description>Conheça a Nossa Cultura</description>
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		<title>Entrevista com DeRose para a TV Estadão</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 21:41:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unidade Alto da XV</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[derose]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma rápida e simpaticíssima entrevista com DeRose para a TV Estadão. Clique aqui para assistir à entrevista com DeRose: não esqueça de votar e comentar O vídeo foi montado de maneira a apenas as respostas aparecerem e ficou leve e interessante. Na entrevista, DeRose fala sobre seus escritores e artistas preferidos, grandes momentos de sua [...]<p><br/><br/><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/entrevista-com-derose-para-a-tv-estadao/">Entrevista com DeRose para a TV Estadão</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma rápida e simpaticíssima entrevista com DeRose para a TV Estadão.</p>
<ul>
<li><a href="http://tv.estadao.com.br/videos,raio-x-mestre-derose,112528,256,0.htm">Clique aqui para assistir à entrevista com DeRose</a>: não esqueça de votar e comentar</li>
</ul>
<p>O vídeo foi montado de maneira a apenas as respostas aparecerem e ficou leve e interessante.</p>
<p>Na entrevista, DeRose fala sobre seus escritores e artistas preferidos, grandes momentos de sua vida, suas inspirações, sonhos, seus heróis e heroínas, música favorita e até mesmo quem gostaria de ser se não fosse ele.</p>
<p><br/><br/><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/entrevista-com-derose-para-a-tv-estadao/">Entrevista com DeRose para a TV Estadão</a></p>
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		<title>Carta da aluna Adriana Machado ao professor Rogério Brant</title>
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		<comments>http://yogaaltodaxv.org.br/blog/carta-da-aluna-adriana-machado-ao-professor-rogerio-brant/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 13:46:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unidade Alto da XV</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao homem que tem o poder da materialização. Agradeço-o. Primeiramente por transformar uma filosofia em uma casa laranja na rua Itupava. Sem ela neste local, talvez não teria travado conhecimento desta forma de melhoria de estilo de vida. Através dela muitos, como eu, puderam visualizar a oportunidade que já existia, mas não eram suficientemente perceptivos [...]<p><br/><br/><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/carta-da-aluna-adriana-machado-ao-professor-rogerio-brant/">Carta da aluna Adriana Machado ao professor Rogério Brant</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Ao homem que tem o poder da materialização.</h3>
<p>Agradeço-o.</p>
<p>Primeiramente por transformar uma filosofia em uma casa laranja na rua Itupava. Sem ela neste local, talvez não teria travado conhecimento desta forma de melhoria de estilo de vida. Através dela muitos, como eu, puderam visualizar a oportunidade que já existia, mas não eram suficientemente perceptivos para conhecê-la.</p>
<p>A alguém que através do corpo mais denso nos faz trabalhar os corpos mais sutis.<br />
Com as permanências nos ásanas nos ensina a persistir.<br />
Traz força de caráter e de vontade com ásanas de força.<br />
Flexibilidade nas tomadas de decisões, nos relacionamentos.<br />
Ensina-nos a ter estabilidade, conforto e estética.<br />
Educa nossas emoções com o controle da respiração, possibilitanto a aquisição do poder de escolher o que queremos sentir.<br />
Com essas ferramentas ajuda-nos na escolha do que faremos e de quem queremos ser.</p>
<p>Com as passagens coreográficas demonstra como nossas ações devem ser transformadas. Mostra que devemos utilizar a energia ciclicamente, movimentando-nos pela vida de forma graciosa e fluida. Que a visualização do ásana seguinte e de como faremos para chegar até ele serve também para nossos projetos pessoais.</p>
<p>Aquele que atrai as pessoas com o que podem ver. Pessoas que precisam ver pra crer, por somente terem apendido desta forma. Para posteriormente mostrá-las que aquilo que sabiam era um grão de areia em um universo de possibilidades.</p>
<p>Roger,<br />
Agradeço por ter me influenciado. Tenho eterna gratidão por ter dado sentido à minha vida. Agradeço por ser um guia nesta bela trilha.</p>
<p>Abraços,<br />
Adriana Machado</p>
<p><br/><br/><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/carta-da-aluna-adriana-machado-ao-professor-rogerio-brant/">Carta da aluna Adriana Machado ao professor Rogério Brant</a></p>
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		<title>Entrevista com DeRose &#8211; Parte 15: heart hunters</title>
		<link>http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-15/</link>
		<comments>http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-15/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 16:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unidade Alto da XV</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[derose]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[Trecho da entrevista concedida pelo Comendador DeRose ao jornalista António Mateus, no Palácio Pestana, em Lisboa, no ano de 2009. Se o senhor escrevesse agora não o “Eu me lembro”, mas o “Eu sonho”, que sonho é que se escreveria? Na verdade, no “Eu me lembro” eu não conseguiria acrescentar mais nada, porque aquele livro [...]<p><br/><br/><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-15/">Entrevista com DeRose &#8211; Parte 15: heart hunters</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trecho da entrevista concedida pelo <strong>Comendador DeRose</strong> ao               jornalista <strong>António Mateus</strong>, no  Palácio Pestana, em  Lisboa,    no     ano       de 2009.</p>
<blockquote><p><strong>Se o  senhor escrevesse agora não o “<em>Eu me lembro</em>”, mas o “<em>Eu  sonho</em>”, que sonho é que se escreveria? </strong></p>
<p>Na verdade, no “<em>Eu me lembro</em>” eu não conseguiria acrescentar mais nada,  porque aquele livro me saiu numa arrancada só. Às sete da noite eu  comecei a escrever. Às sete da manhã, fui descansar. E pronto, estava  terminado.</p>
<p><strong>E o “<em>Eu  sonho</em>”, o que é que tinha lá dentro?</strong></p>
<p>Não sei. Há muita coisa! Eu tenho muitos  sonhos!</p>
<p>Mas vê, com  certeza. Nós sonhamos que os nossos filhos cresçam num mundo, numa  determinada direção. E nós configuramos qual é essa direção. O senhor  não “hipotecou”, não investiu 50 anos de investigação, em procura de  saberes, sem sentir dentro de si onde é que queria chegar? Onde é que  quer chegar?</p>
<p>Eu gostaria de chegar a um ponto em que as  pessoas, minimamente, escutassem o que nós temos a dizer. Que nos  permitissem falar. Que não nos amordaçassem. Nós temos coisas muito boas  para dizer, não propondo um debate, mas propondo uma reflexão. O que  ocorre é que os que não gostam do sistema, ou pensam que não gostam, não  escutaram. Eles não conversaram comigo, não conversaram conosco, não  conheceram a nossa gente, não leram nossos livros. O meu sonho seria  poder arrancar essa mordaça.</p>
<p>Eu me sinto sob aquela punição antiga,  punição eclesiástica, denominada silêncio obsequioso. “Disse o que não  devia, não falará mais.” Não querem que eu fale. Mas você observa que o  que eu digo não é polêmico. Não considero polêmico, porque nós não  estamos polemizando, nós não estamos discordando dos outros. Não é  agressivo, acho que não é, não tenho intenção de que seja. Não quero  agredir ninguém. E a proposta é boa, a proposta de boas relações  humanas, boas maneiras, boa saúde, boa qualidade de vida, boa cultura,  bons hábitos. Nós trabalhamos essencialmente com adultos jovens.  Portanto, ao produzir uma juventude saudável, longe das drogas, do  álcool e do fumo, se mais nada prestasse no nosso trabalho, pelo menos  isso seria uma contribuição a ser reconhecida. Contribuição essa que o  nosso trabalho já está há meio século proporcionando à sociedade.</p>
<p><strong>Para nós que de fora visitamos a Sua  Cultura, vamos fazer um exercício de <em>flash</em>. A sua visão ou a sua missão aponta para onde? Onde é o  horizonte que configura para esta sua passagem pela vida?</strong></p>
<p>Eu tenho conhecido gente muito  interessante, realmente exemplos de seres humanos. Pessoas com quem eu  tenho o privilégio de conviver. Algumas há mais de 30 anos, outras há  mais de 20 anos, outras que eu estou conhecendo agora, como é o seu  caso, e que para mim constitui um privilégio. Essa profissão nossa, esse  nosso ideal, nos permite isso: conhecer pessoas. Nós não somos <em>head hunters</em>, nós somos <em>heart hunters</em>.</p></blockquote>
<p>Links de todas as partes já publicadas:</p>
<ul>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-1/">Entrevista com                DeRose &#8211; Parte 1</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-2/">Entrevista com               DeRose &#8211; Parte 2</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-3/">Entrevista com              DeRose &#8211; Parte 3</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-4/">Entrevista com             DeRose &#8211; Parte 4</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-5/">Entrevista com            DeRose &#8211; Parte 5</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-6/">Entrevista com          DeRose &#8211; Parte 6</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-7/">Entrevista com         DeRose &#8211; Parte 7</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-8/">Entrevista com        DeRose &#8211; Parte 8</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-9/">Entrevista com       DeRose &#8211; Parte 9</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-10/">Entrevista com      DeRose &#8211; Parte 10</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-11/">Entrevista com     DeRose &#8211; Parte 11</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-12/">Entrevista com    DeRose &#8211; Parte 12</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-13/">Entrevista com   DeRose &#8211; Parte 13</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-14/">Entrevista com  DeRose &#8211; Parte 14</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-15/">Entrevista com DeRose &#8211; Parte 15</a></li>
</ul>
<p>A entrevista foi transcrita por  Alexandre  Montagna e          simultaneamente     por Renata Coura e  Maicon  Casagrande, com a           colaboração de Caio     Martareli, Priscila  Ramos,  Raffa Loffredo,          Taline  Mendes, Rômulo      Justa e Alessandra   Filippini.   Revisões        sucessivas feitas  por Fernanda     Neis, Alessandra     Roldan,   DeRose e      Camacho.</p>
<p>(<a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/imprensa/transcricao-da-entrevista-revisada/">fonte</a>)</p>
<p><br/><br/><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-15/">Entrevista com DeRose &#8211; Parte 15: heart hunters</a></p>
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		<title>Entrevista com DeRose &#8211; Parte 14: sem rótulos</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 16:10:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unidade Alto da XV</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[derose]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[Trecho da entrevista concedida pelo Comendador DeRose ao jornalista António Mateus, no Palácio Pestana, em Lisboa, no ano de 2009. A importância do indivíduo mais consciente, mais lúcido, mais atuante a todos os níveis. É isso que a Sua Cultura quer relançar dentro da sociedade? Precisamente. A tendência é colocar um rótulo nessa Cultura. Eu [...]<p><br/><br/><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-14/">Entrevista com DeRose &#8211; Parte 14: sem rótulos</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trecho da entrevista concedida pelo <strong>Comendador DeRose</strong> ao              jornalista <strong>António Mateus</strong>, no  Palácio Pestana, em Lisboa,    no     ano       de 2009.</p>
<blockquote><p><strong>A  importância do indivíduo mais consciente, mais lúcido, mais atuante a  todos os níveis. É isso que a Sua Cultura quer relançar dentro da  sociedade? </strong></p>
<p>Precisamente. A tendência é colocar um  rótulo nessa Cultura. Eu prefiro chamar de Nossa Cultura ou Nosso  Sistema, Nossa Filosofia, evitando colocar rótulo. Por quê? Porque na  hora em que as pessoas colocam rótulos, elas engessam a coisa. E aí  começam todas as intolerâncias, até com relação a quem está fora. Uma  das confusões que eu procuro corrigir, uma das visões distorcidas, é que  a pessoa pratique o Método dentro da sala de aula na qual ela o  aprende. Só que ali é para aprender, não é para praticar. É para pôr em  prática na vida real.</p>
<p>Por exemplo, se dentro de uma sala de  classe, nós ensinamos a respirar corretamente, na hora em que a pessoa  sai por aquela porta e vai embora, ela não há de sair respirando errado.  Caso contrário, não terá adiantado nada. Ela aprendeu a respirar certo  aqui dentro, agora deve sair respirando certo e ir caminhando até ao seu  carro respirando certo, deve sentar-se e conduzir o veículo, respirando  corretamente. Chega ao seu escritório e vai trabalhar, ou chega ao seu  ginásio e vai fazer esporte, respirando corretamente. Vai respirar  corretamente, de forma mais produtiva, sempre, porque foi isso que  aprendeu aqui. Eu usei como exemplo a respiração, contudo, poderia  utilizar qualquer outra técnica para ilustrar. Esse conjunto de técnicas  e conceitos que o praticante aprende na nossa instituição, ele deve  aplicar em todas as situações da vida. Isso é o que nós tentamos  explicar, tentamos expor. Que o nosso aluno vai transmitir isso, vai  irradiar isso, para toda a sociedade, porque ele vai irradiar para a  família, vai irradiar aos amigos, vai reverberar aos seus colegas de  trabalho. Então, aquilo vai criando ondas de choque e nossa proposta  acaba por contagiar de uma forma positiva todas as pessoas que travam  contato com o nosso praticante.</p>
<p><strong>Se o  Carl Sagan dizia que a sociedade corrompe o indivíduo, esse efeito  impregnador também pode funcionar, e deve, e o senhor pretende que  funcione em sentido contrário? </strong></p>
<p>Sabemos que a sociedade influencia o  indivíduo. No entanto, o indivíduo também influencia a sociedade.</p></blockquote>
<p>Links de todas as partes já publicadas:</p>
<ul></ul>
<ul>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-1/">Entrevista com                 DeRose &#8211; Parte 1</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-2/">Entrevista com                DeRose &#8211; Parte 2</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-3/">Entrevista com               DeRose &#8211; Parte 3</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-4/">Entrevista com              DeRose &#8211; Parte 4</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-5/">Entrevista com             DeRose &#8211; Parte 5</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-6/">Entrevista com           DeRose &#8211; Parte 6</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-7/">Entrevista com          DeRose &#8211; Parte 7</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-8/">Entrevista com         DeRose &#8211; Parte 8</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-9/">Entrevista com        DeRose &#8211; Parte 9</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-10/">Entrevista com       DeRose &#8211; Parte 10</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-11/">Entrevista com      DeRose &#8211; Parte 11</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-12/">Entrevista com     DeRose &#8211; Parte 12</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-13/">Entrevista com    DeRose &#8211; Parte 13</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-14/">Entrevista com   DeRose &#8211; Parte 14</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-15/">Entrevista com DeRose &#8211;  Parte 15</a></li>
</ul>
<ul></ul>
<p>A entrevista foi transcrita por  Alexandre  Montagna e         simultaneamente     por Renata Coura e  Maicon  Casagrande, com a          colaboração de Caio     Martareli, Priscila  Ramos,  Raffa Loffredo,         Taline  Mendes, Rômulo      Justa e Alessandra   Filippini.  Revisões        sucessivas feitas  por Fernanda     Neis, Alessandra    Roldan,   DeRose e      Camacho.</p>
<p>(<a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/imprensa/transcricao-da-entrevista-revisada/">fonte</a>)</p>
<p><br/><br/><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-14/">Entrevista com DeRose &#8211; Parte 14: sem rótulos</a></p>
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		<title>Entrevista com DeRose &#8211; Parte 13: não-agressão ativa e jamais passiva</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 16:07:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unidade Alto da XV</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[derose]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[Trecho da entrevista concedida pelo Comendador DeRose ao jornalista António Mateus, no Palácio Pestana, em Lisboa, no ano de 2009. Isso não é o que nós entendemos ou que a Sua Cultura descreve como ahimsá? Não é o trocar o fel por mel, é algo muito mais profundo? Nossa Cultura propõe um conceito de não-agressão [...]<p><br/><br/><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-13/">Entrevista com DeRose &#8211; Parte 13: não-agressão ativa e jamais passiva</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trecho da entrevista concedida pelo <strong>Comendador DeRose</strong> ao             jornalista <strong>António Mateus</strong>, no  Palácio Pestana, em Lisboa,   no     ano       de 2009.</p>
<blockquote><p><strong>Isso não  é o que nós entendemos ou que a Sua Cultura descreve como ahimsá? Não é  o trocar o fel por mel, é algo muito mais profundo? </strong></p>
<p>Nossa Cultura propõe um conceito de  não-agressão ativa e jamais passiva. Se você tiver maturidade e  auto-estima, tem condições de compreender que determinada pessoa está  sendo agressiva porque ela tem medo. Uma pessoa é agressiva quando teme.</p>
<p>Se aqui entrar a Jaya, que é minha  weimaraner, um cão de grande porte, abanando o rabinho, nós vamos dizer:  “que bonitinha, vem cá, deixe-me fazer um carinho.” Mas, se entrar  aqui, rosnando, mostrando os dentes, você logo diz: “tira esse bicho  daqui senão eu dou uma pedrada nele.” Por que você ficou agressivo?  Ficou agressivo porque sentiu medo. E assim é em todas as situações. Se  você prestar atenção, analisar com imparcialidade, vai notar que, em  todos os momentos nos quais uma pessoa ficou agressiva foi porque ela  sentiu medo, sentiu-se ameaçada, entrou em defensiva. Algumas pessoas  são assim o tempo todo porque o mundo lhes parece ameaçador.</p>
<p>Se alguém lhe for agressivo, você pode, ou  ter uma reação imatura, que é: foi agressivo comigo, devolvo-lhe  agressividade e meia. Ou pode ter uma reação ponderada, de pessoa que  tem elevada autoestima e que tem maturidade. Se foi agressivo comigo, eu  tenho que compreender que você se sentiu agredido por mim, mas eu não  tive a intenção de agredi-lo; você se sentiu ameaçado por mim, mas eu  não tive a intenção de ameaçá-lo; você talvez tenha tido um péssimo dia;  talvez tenha um péssimo casamento; não sei, talvez tenha dificuldades,  problemas na sua vida. E eu vou devolver mais agressividade? Isso não  vai me ajudar. Não vai ajudar a nossa relação, quer seja uma relação de  negócios, se for uma relação de amizade, não importa o quê. Devolver  agressividade é tentar combater o ódio com mais ódio. Tentar combater  fogo com gasolina. Essa atitude não ajuda.</p>
<p>Eu gostei muito da sua frase “devolver fel  com mel”. É interessante, é mais ou menos isso. Porque se a pessoa  agrediu e você lhe retribui com um sorriso, um sorriso sincero, aquela  agressividade se reduz. Reduz-se drasticamente.</p>
<p>Lembro-me de uma situação em que houve  encontro de duas linhas filosóficas de nomes quase idênticos, mas que  são antagônicas. Nesse encontro, entre as duas filosofias, uma senhora,  professora da outra linha veio caminhando na minha direção, com o dedo  em riste e disse: “DeRose, você isso, você aquilo!” E começou a me  insultar em altos brados, com a intenção assumida de que todos  escutassem. Imagine a cena kafkiana: ela era professora de uma filosofia  que prega o equilíbrio, a não-agressão e o autocontrole, insultando e  agredindo outro professor, só por ser linha diferente! Todos pararam  para ver qual seria a minha reação. “Será que tudo isso que ele diz,  afinal é mentira? Como será que ele vai reagir? Ele vai dizer umas boas a  essa senhora? Vai gritar com ela? Talvez agredi-la? Vai virar-lhe as  costas e sair andando como um mal educado? Ou vai ficar parado ouvindo,  passivamente, deixando que ela agrida, fale, fale, fale, insulte,  insulte, insulte? Qual será a reação?”</p>
<p>A reação foi: agarrei a senhora, abracei-a  fortemente e quando eu a soltei, ela já não tinha mais agressão alguma,  não tinha insulto algum para dizer. Quando eu a soltei, ela olhou para  mim e disse: “Ah! DeRose, você, hein?” Pronto, tirou o fel com o mel do  abraço, sem dar a outra face, sem ficar passivamente escutando as  agressões dela e sem devolver as agressões o que, afinal, não ajudaria  nada a minha relação com ela, não ajudaria nada minha imagem com os  outros que estavam assistindo. E também não me ajudaria comigo mesmo,  porque naquela noite eu não teria dormido tão bem.</p>
<p><strong>Isso  pressupõe o tal indivíduo que a Sua Cultura, o Método DeRose, pretende  esculpir, do tal indivíduo lúcido, que se apercebe de uma forma como  quem vê um filme o que está a acontecer à sua volta, e reage de uma  forma atuante, consciente e lúcida, e não de uma forma primária. </strong></p>
<p>Exatamente. Vamos trazer isso para a  realidade de um casal, de um casamento, enfim, qualquer relacionamento  afetivo. Em um casal, ambos sabem exatamente qual é a fisionomia, qual é  o tom de voz e qual é a frase que irrita o outro. Sabem perfeitamente,  pois vivem juntos. E num conflito de casal se este disse aquela palavra  ou fez aquela cara, o outro sabe exatamente qual é a fisionomia, qual é o  tom de voz e qual é a palavra que vai agradá-lo, que vai atenuar aquela  situação. Mas por que não diz? “Porque eu não vou me dobrar, não vou  ceder, senão o outro pisa em mim.”</p>
<p>Depende da sua atitude, ao dar essa palavra  para interromper o conflito conjugal que pode surgir ali. E depois  estabelecer limites. Se essa relação pode ser mantida, ela vai ser  mantida com respeito, com consideração, com carinho, com companheirismo.  Se não puder ser mantida, é uma pena. Porque toda relação que se rompe  tem um custo emocional muito caro, um custo sobre a saúde muito alto.  Mas, paciência. Há um momento mágico em que as relações precisam mesmo  terminar porque, nesse caso, os protagonistas terminam o relacionamento  como amigos. E se ultrapassar o momento mágico e as pessoas insistirem  que têm de permanecer juntas, talvez na hora em que mudarem o <em>status quo</em>, rompam como inimigos, com ressentimentos.</p>
<p>Às vezes, é apenas a questão de “hoje eu  cedo e amanhã a outra pessoa vai ceder”. Porque há uma reciprocidade  natural entre os seres humanos. Quando você tem uma atitude  cavalheiresca, uma atitude fidalga com relação a uma pessoa, mesmo que  íntima, mesmo que seja um irmão, mesmo que seja um cônjuge, a tendência é  que o outro reaja de uma forma semelhante numa circunstância imediata  ou futura. Certa vez, um amigo meu estava dirigindo e conduzia muito  mal. Fez uma conversão péssima e o outro motorista quase abalroou o  carro dele, pôs a cabeça para fora e já ia dizer uns impropérios. Esse  meu amigo abriu-lhe um sorriso muito simpático, como quem diz: desculpe,  eu errei. O outro motorista botou a cabeça para dentro e disse: “vai,  meu filho, vai!” E não deu briga. O que evitou o confronto? Foi só um  sorriso.</p></blockquote>
<p>Links de todas as partes já publicadas:</p>
<ul></ul>
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<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-1/">Entrevista com                 DeRose &#8211; Parte 1</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-2/">Entrevista com                DeRose &#8211; Parte 2</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-3/">Entrevista com               DeRose &#8211; Parte 3</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-4/">Entrevista com              DeRose &#8211; Parte 4</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-5/">Entrevista com             DeRose &#8211; Parte 5</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-6/">Entrevista com           DeRose &#8211; Parte 6</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-7/">Entrevista com          DeRose &#8211; Parte 7</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-8/">Entrevista com         DeRose &#8211; Parte 8</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-9/">Entrevista com        DeRose &#8211; Parte 9</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-10/">Entrevista com       DeRose &#8211; Parte 10</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-11/">Entrevista com      DeRose &#8211; Parte 11</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-12/">Entrevista com     DeRose &#8211; Parte 12</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-13/">Entrevista com    DeRose &#8211; Parte 13</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-14/">Entrevista com   DeRose &#8211; Parte 14</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-15/">Entrevista com DeRose &#8211;  Parte 15</a></li>
</ul>
<ul></ul>
<p>A entrevista foi transcrita por  Alexandre  Montagna e        simultaneamente     por Renata Coura e  Maicon  Casagrande, com a         colaboração de Caio     Martareli, Priscila  Ramos,  Raffa Loffredo,        Taline  Mendes, Rômulo      Justa e Alessandra   Filippini. Revisões        sucessivas feitas  por Fernanda     Neis, Alessandra   Roldan,   DeRose e      Camacho.</p>
<p>(<a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/imprensa/transcricao-da-entrevista-revisada/">fonte</a>)</p>
<p><br/><br/><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-13/">Entrevista com DeRose &#8211; Parte 13: não-agressão ativa e jamais passiva</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Entrevista com DeRose &#8211; Parte 12: encontro com o Mestre</title>
		<link>http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-12/</link>
		<comments>http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-12/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 16:03:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unidade Alto da XV</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[derose]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[Trecho da entrevista concedida pelo Comendador DeRose ao jornalista António Mateus, no Palácio Pestana, em Lisboa, no ano de 2009. No “Encontro com o Mestre”, o pós-imberbe DeRose encontra-se com o DeRose já maduro, já consciente. O que é que o Mestre já consciente diria hoje ao DeRose pós-imberbe? Seria a mesma coisa que disse [...]<p><br/><br/><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-12/">Entrevista com DeRose &#8211; Parte 12: encontro com o Mestre</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trecho da entrevista concedida pelo <strong>Comendador DeRose</strong> ao            jornalista <strong>António Mateus</strong>, no  Palácio Pestana, em Lisboa,  no     ano       de 2009.</p>
<blockquote><p><strong>No “<em>Encontro  com o Mestre</em>”, o pós-imberbe DeRose encontra-se com o DeRose já  maduro, já consciente. O que é que o Mestre já consciente diria hoje ao  DeRose pós-imberbe? Seria a mesma coisa que disse no livro? </strong></p>
<p>Iria resultar no mesmo desencontro que eu  expus no livro, porque ali era o autor com 58 anos, conversando com ele  mesmo aos 18. Foi uma ficção, em que o DeRose de 18 anos aparece na vida  do DeRose de 58. Ele, então, discorda, discute, debate. Ele diz: “não  pode ser assim; eu não concordo com isso; isto não pode ser”. E o  diálogo entre os dois, entre o jovem idealista de 18 e o homem  experiente de 58, pretende dar ao leitor um equilíbrio entre as duas  opiniões, porque muitos dos nossos leitores têm 18, 20, 25, 30, e outros  têm 50, 60, 70, 80. São dois universos completamente diferentes e o  livro procura casar esses dois universos, mostrando que ambos estão  corretos, que tudo é uma questão de perspectiva.</p>
<p><strong>Os dois  equilibram-se? São uma mesma coisa? São dois olhares sobre a mesma  coisa? Ou um é uma evolução sobre o outro? </strong></p>
<p>Eu diria que, na verdade, os dois têm seus  preconceitos, seus pré-conceitos. Ambos discriminam e ambos procuram não  discriminar. Ambos tentam não ter preconceitos e aí, o mais velho  aprende com o mais novo, e o mais novo aprende com o mais velho.</p>
<p><strong>Nós  tendemos a acrescentar na diferença. Normalmente as pessoas lidam muito  mal com o que lhes é diferente, defendem-se, rejeitam, oprimem,  suprimem, em vez de somarem-se na diferença. </strong></p>
<p>Essas diferenças são muito importantes. Se  todos os meus amigos só me fizessem elogios, eu estaria cercado por  bajuladores, como alguns monarcas no passado e alguns empresários hoje. O  que eu vou aprender com isso? Vou estar errando e todos vão dizer que  estou acertando. Não vão me ajudar em nada. Mas quanto aos meus críticos  de plantão, quando eu ainda nem tiver chegado a errar e eles já estarão  me apontando o dedo. Quem estará me ajudando mais? Quem estará me  ajudando mais é aquele que se considera inimigo, mas que, na verdade, é  mais eficiente do que os meus amigos ao promover o meu crescimento,  porque me mostra o lado sombrio do que eu estou cometendo ou do que  estou prestes a cometer. Ele aponta o erro e eu posso corrigi-lo. Sempre  comparo o amigo e o inimigo a uma árvore, em que as raízes, que estão  nas trevas, que crescem para baixo, são os inimigos, porque estão nas  trevas, mas sem os quais a árvore não fica em pé. A árvore precisa das  raízes e os inimigos são as raízes. Já os amigos são as flores, são os  frutos lindos, maravilhosos, mas sem as raízes, não existiriam.</p>
<p><strong>O  senhor, neste outro livro que acabou de ser lançado em Lisboa, dá logo o  exemplo até na dedicatória da obra, porque dedica não só a pessoas que o  senhor admira pela luz… Pode nos falar um pouco disso? </strong></p>
<p>Há pessoas que, às vezes, por implicância,  até por não conhecerem bem o outro lado, a outra verdade, atacam,  difamam, agridem, injuriam, excluem. Você pode se considerar um  perseguido, injustiçado, pode se considerar uma pessoa infeliz, pode  ficar ressentido. Ou pode perceber, numa visão de grande angular, que  aquilo ali foi extremamente importante e você pode ser grato àquelas  pessoas. Mas com sinceridade. Não adianta ser grato com hipocrisia.  Obviamente, tem que ser uma atitude autêntica.</p>
<p>O cristianismo só ficou conhecido porque  foi perseguido, senão teria sido uma pequena seita judaica que teria  desaparecido logo depois. Mas a perseguição deu visibilidade e, a partir  daí, pessoas que concordavam com aquele ponto de vista, puderam  conhecê-lo, fortalecer suas fileiras e fizeram com que se perenizasse.</p></blockquote>
<p>Links de todas as partes já publicadas:</p>
<ul></ul>
<ul>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-1/">Entrevista com                 DeRose &#8211; Parte 1</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-2/">Entrevista com                DeRose &#8211; Parte 2</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-3/">Entrevista com               DeRose &#8211; Parte 3</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-4/">Entrevista com              DeRose &#8211; Parte 4</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-5/">Entrevista com             DeRose &#8211; Parte 5</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-6/">Entrevista com           DeRose &#8211; Parte 6</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-7/">Entrevista com          DeRose &#8211; Parte 7</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-8/">Entrevista com         DeRose &#8211; Parte 8</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-9/">Entrevista com        DeRose &#8211; Parte 9</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-10/">Entrevista com       DeRose &#8211; Parte 10</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-11/">Entrevista com      DeRose &#8211; Parte 11</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-12/">Entrevista com     DeRose &#8211; Parte 12</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-13/">Entrevista com    DeRose &#8211; Parte 13</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-14/">Entrevista com   DeRose &#8211; Parte 14</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-15/">Entrevista com DeRose &#8211;  Parte 15</a></li>
</ul>
<ul></ul>
<p>A entrevista foi transcrita por  Alexandre  Montagna e       simultaneamente     por Renata Coura e  Maicon  Casagrande, com a        colaboração de Caio     Martareli, Priscila  Ramos,  Raffa Loffredo,       Taline  Mendes, Rômulo      Justa e Alessandra   Filippini. Revisões       sucessivas feitas  por Fernanda     Neis, Alessandra   Roldan,  DeRose e      Camacho.</p>
<p>(<a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/imprensa/transcricao-da-entrevista-revisada/">fonte</a>)</p>
<p><br/><br/><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-12/">Entrevista com DeRose &#8211; Parte 12: encontro com o Mestre</a></p>
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		<item>
		<title>Entrevista com DeRose &#8211; Parte 11: adotando a filosofia pelo exemplo</title>
		<link>http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-11/</link>
		<comments>http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-11/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 15:58:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unidade Alto da XV</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[derose]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://yogaaltodaxv.org.br/blog/?p=2616</guid>
		<description><![CDATA[Trecho da entrevista concedida pelo Comendador DeRose ao jornalista António Mateus, no Palácio Pestana, em Lisboa, no ano de 2009. Sua Cultura trabalha, por outro lado, sobre os extremos. Nós devemos trabalhar sobre aquilo que são as nossas dificuldades, os pontos menos bons, ou os pontos que são mais positivos? Não sei se eu colocaria [...]<p><br/><br/><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-11/">Entrevista com DeRose &#8211; Parte 11: adotando a filosofia pelo exemplo</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trecho da entrevista concedida pelo <strong>Comendador DeRose</strong> ao           jornalista <strong>António Mateus</strong>, no  Palácio Pestana, em Lisboa, no     ano       de 2009.</p>
<blockquote><p><strong>Sua  Cultura trabalha, por outro lado, sobre os extremos. Nós devemos  trabalhar sobre aquilo que são as nossas dificuldades, os pontos menos  bons, ou os pontos que são mais positivos? </strong></p>
<p>Não sei se eu colocaria dessa forma, porque  colocando assim nós, de uma certa forma, cristianizamos um pouco esse  conceito, exacerbando a noção do bem e do mal. E a nossa proposta é a de  que tenhamos sempre a consciência de que bem e mal são sempre  relativos. “Você está fazendo errado.” Mas errado em relação a quê? Com  relação a que momento? Richelieu disse, certa vez, que ser ou não ser um  traidor é uma questão de datas. É um pouco isso, a respeito do certo e  do errado. Em que sociedade, em que religião isto é certo ou isto é  errado? Você entra numa igreja católica e tira o chapéu em sinal de  respeito. Aí você entra numa sinagoga e coloca-o, em sinal de respeito.  Eu me lembro de que uma vez nós fomos visitar um templo sikh, na Índia, e  eles pediram para cobrirmos a cabeça. Até a câmera que eles mesmos  usavam para gravar o ritual, era coberta em sinal de respeito, com um  tecido branco. Conclui-se, portanto, que tudo é convenção. E nós temos  que estar conscientes disso cada vez que nos deixarmos conduzir, dentro  da tradição que recebemos, que é a do bem e do mal. “Este é o seu lado  mau”. “Isto foi um erro cometido”. Talvez, observando sob outra ótica,  não seja bem assim. É melhor considerar: isto talvez não tenha sido  conveniente, neste momento, ou neste grupo. Não que seja mau, ou que  seja errado. Outro sútra diz que mal é o nome que se dá à semente do  bem. Porque tudo o que você passou na vida de “mal” ou de “mau”, você  pode observar que, em seguida (ou já, ou logo depois), produziu um fruto  muito bom.</p>
<p><strong>Realizando  a lucidez do cidadão consciente, o indivíduo lúcido, na viagem para o  estado de hiperlucidez, esse sujeito tem que ter uma visão para onde  caminha. Como quem vai fazer uma corrida de fundo, ele tem que saber,  para se automotivar, para onde ele caminha. A Sua Cultura, como é que o  impregna desse sentido objetivo? </strong></p>
<p>Nós procuramos ver como se fosse uma viagem  linda que você está fazendo de trem e que sabe que o percurso conduz a  um determinado destino. Mas você olha a bela paisagem do lado de fora,  conversa com um amigo do lado de dentro, vai até ao vagão restaurante,  delicia-se com uma comidinha, recosta, dorme um pouco. Você usufrui.  Você desfruta do prazer da viagem. E, assim, chega mais rápido. E se o  indivíduo ficar só pensando: “eu tenho que chegar; o meu destino, o meu  destino, o meu destino”. A viagem fica desagradável e parece mais longa.  Com relação à nossa meta, a recomendação é: não se preocupe com a meta.  Vamos desfrutar a comunidade, as pessoas. As pessoas que, em geral,  seguem este sistema, são pessoas interessantes, são pessoas bonitas, por  dentro e por fora, são pessoas educadas, sensíveis, que têm assunto  para conversar com qualquer interlocutor.</p>
<p><strong>No  entanto, quando nós vemos, por exemplo, uma sociedade conservadora que,  vamos imaginar, por exemplo, defende que a mulher deve ter um papel na  sociedade, que deve viver para o marido, para os filhos, para as  aparências, o estado de lucidez permite a ela derrubar essa fronteira. A  sociedade conservadora não hostiliza imediatamente essa lucidez? </strong></p>
<p>Não, porque nós não criticamos a postura  tradicional em muitas sociedades hoje vigentes no mundo. E como a Nossa  Filosofia não tem intenção de catequizar, não é uma coisa que queira se  expandir e, enfim, tomar simpatizantes de outros sistemas filosóficos,  muito menos dos religiosos. Por esse motivo, nunca houve uma reação  negativa, nunca houve uma oposição com relação a esta proposta.</p>
<p><strong>Mas pode  haver no âmbito das células familiares. Por exemplo, se eu desconheço  determinada luz, sinto-me perdido no meu túnel de sombra e, de repente,  aparece uma luz no fundo desse corredor, que pode ser, suponhamos, a Sua  Proposta, e eu, de repente, passo a caminhar com outro alento nessa  direção. E se o túnel de sombra é criado pela estrutura conservadora que  a sociedade foi montando à minha volta, eu torno-me rebelde. Pelo menos  caminho numa direção oposta. Essa cisão não cria anticorpos? </strong></p>
<p>Quando num casal, numa estrutura familiar,  um dos dois cônjuges adota esta filosofia e o outro não, eventualmente,  pode ocorrer inicialmente alguma dificuldade de comunicação, como se só  um dos dois adotasse um partido político, diferente do do outro cônjuge,  ou um time desportivo, contrário ao time do outro cônjuge. Isso pode  gerar um atrito momentâneo, caso não se verifique uma atitude de  compreensão, carinho e respeito. Se você evoluiu, se adotou uma  filosofia que tem pretensão a uma evolução maior, uma civilidade maior,  uma lucidez maior, quem mudou foi você. Porque os dois se casaram dentro  de uma determinada visão que um tinha do outro, e cada qual gostava do  outro como ele era. Criaram-se regras e você mudou as regras do jogo, no  meio do jogo. Quem está errado não é o cônjuge, que está reagindo mal.  Então, você precisa ter mais paciência, tem que ter mais tolerância,  deve tentar içá-lo, sem forçá-lo a isso. Talvez consiga incentivá-lo a  adotar o mesmo estilo de vida através do exemplo, pela sua forma de  agir, mostrando que hoje você é uma pessoa muito melhor para ele ou para  ela.</p>
<p><strong>E se a  outra pessoa preferir viver em outro tipo de referências. Por exemplo,  quiser viver para as aparências e não para o conteúdo do bolo? </strong></p>
<p>Tem sido raro. O que nós temos observado, é  que, se houver o processo que eu mencionei, de tolerância, de paciência  e de carinho, cativando a outra pessoa ao invés de cobrar dela uma  postura, o cônjuge, geralmente, acompanha. Porque gosta do que está  vendo. Seja marido, seja mulher, nota que o outro melhorou. Melhorou  como pai ou mãe, melhorou como marido ou esposa, melhorou como amante,  melhorou como companheiro, como amigo. Então, em geral, ele ou ela acaba  aceitando de bom grado e adotando a mesma filosofia de vida.</p></blockquote>
<p>Links de todas as partes já publicadas:</p>
<ul></ul>
<ul>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-1/">Entrevista com                 DeRose &#8211; Parte 1</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-2/">Entrevista com                DeRose &#8211; Parte 2</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-3/">Entrevista com               DeRose &#8211; Parte 3</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-4/">Entrevista com              DeRose &#8211; Parte 4</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-5/">Entrevista com             DeRose &#8211; Parte 5</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-6/">Entrevista com           DeRose &#8211; Parte 6</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-7/">Entrevista com          DeRose &#8211; Parte 7</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-8/">Entrevista com         DeRose &#8211; Parte 8</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-9/">Entrevista com        DeRose &#8211; Parte 9</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-10/">Entrevista com       DeRose &#8211; Parte 10</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-11/">Entrevista com      DeRose &#8211; Parte 11</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-12/">Entrevista com     DeRose &#8211; Parte 12</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-13/">Entrevista com    DeRose &#8211; Parte 13</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-14/">Entrevista com   DeRose &#8211; Parte 14</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-15/">Entrevista com DeRose &#8211;  Parte 15</a></li>
</ul>
<ul></ul>
<p>A entrevista foi transcrita por  Alexandre  Montagna e      simultaneamente     por Renata Coura e  Maicon  Casagrande, com a       colaboração de Caio     Martareli, Priscila  Ramos,  Raffa Loffredo,      Taline  Mendes, Rômulo      Justa e Alessandra   Filippini. Revisões      sucessivas feitas  por Fernanda     Neis, Alessandra   Roldan, DeRose e      Camacho.</p>
<p>(<a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/imprensa/transcricao-da-entrevista-revisada/">fonte</a>)</p>
<p><br/><br/><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-11/">Entrevista com DeRose &#8211; Parte 11: adotando a filosofia pelo exemplo</a></p>
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		</item>
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		<title>Entrevista com DeRose &#8211; Parte 9: eu me lembro</title>
		<link>http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-9/</link>
		<comments>http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-9/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 00:04:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unidade Alto da XV</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[derose]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[Trecho da entrevista concedida pelo Comendador DeRose ao jornalista António Mateus, no Palácio Pestana, em Lisboa, no ano de 2009. O senhor regride aos alicerces do nosso existir no (livro) “Eu me lembro”, como quem ganha balanço em recuo para um salto. Esse salto leva-nos para onde? O livro “Eu me lembro” é um conto [...]<p><br/><br/><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-9/">Entrevista com DeRose &#8211; Parte 9: eu me lembro</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trecho da entrevista concedida pelo <strong>Comendador DeRose</strong> ao         jornalista <strong>António Mateus</strong>, no  Palácio Pestana, em Lisboa, no   ano       de 2009.</p>
<blockquote><p><strong>O senhor  regride aos alicerces do nosso existir no (livro) “<em>Eu me lembro</em>”,  como quem ganha balanço em recuo para um salto. Esse salto leva-nos  para onde? </strong></p>
<p>O livro “<em>Eu me lembro</em>” é um conto ambientado num local, num  período, numa civilização em que, até onde nos consta, pela história,  pela arqueologia, habitava um povo que vivia em harmonia. A população  tinha qualidade de vida, o cidadão era respeitado. Não se encontraram  construções faraônicas para os monarcas, nem para o clero, mas  encontraram-se casas muito confortáveis para a população. Estamos nos  referindo a um período proto-histórico que está situado imediatamente  antes do surgimento dos registros históricos. Os historiadores  recorreram, muitas vezes à arqueologia, para poder montar um pouco da  história daquele povo.</p>
<p>Estamos falando de 5000 anos atrás, 3000  antes de Cristo. E nessa época, nessa civilização, chamada Civilização  do Vale do Indo, já havia cidades extremamente bem urbanizadas,  saneadas, as casas do povo eram prédios com dois andares, e mais, com  átrio para ventilação interna, com o banheiro dentro da casa, com água  corrente. Mas isto, 3000 antes de Cristo, é qualquer coisa de  inacreditável. Os próprios arqueólogos quando encontraram suas ruínas,  recearam comunicar a descoberta às academias de ciências, receando ser  tidos por imprecisos.</p>
<p>Então, as descobertas foram sendo  comunicadas gradualmente. Convidaram outros arqueólogos, de diversos  países, a que fossem lá constatar. Porque era realmente uma civilização  excepcional para a época e até comparada com algumas regiões do nosso  planeta atualmente. Então, imagine que, aquela ambientação na qual essa  história, esse conto, essa ficção (o livro <em>Eu me lembro</em>…), se baseia, é a de um povo feliz, é de  um povo saudável, estável, próspero dentro dos limites do período  histórico. E recuando para essas origens, diríamos, muito próximo das  origens da civilização mesma, nós aprendemos alguma coisa com eles. Algo  que foi perdido depois.</p>
<p>As sociedades primitivas, não-guerreiras,  todas tenderam ao matriarcalismo (como é o caso da civilização do Vale  do Indo) e as sociedades patriarcais, todas foram guerreiras. Com a  chegada dos arianos em 1500 a.C., ocorreu a consequente introdução do  sistema patriarcal naquela região. Desde o passado remoto, o sistema  patriarcal tem vivido da guerra.</p>
<p>Por outro lado, a sociedade matriarcal,  privilegia a mãe, o carinho, o ventre, o seio… é uma outra forma de ver o  mundo, uma outra proposta para administrar a família e o próprio  Estado. Sem guerras, esse povo obviamente consegue dedicar seu tempo e  os seus recursos econômicos à arte, à cultura, à ciência e à filosofia.  Tudo isso, sem repressão, porque a sociedade matriarcal, em geral, não é  repressora. Então, sem repressão, imagine até onde puderam se expandir  os impulsos artísticos e culturais daquele povo.</p>
<p><strong>No “<em>Eu  me lembro</em>”, o senhor recua a um passado onírico e depois  transporta-nos por uma realidade mais palpável, onde aspectos tangíveis,  como os instrumentos de escrita, a própria linguagem, já são  mensuráveis. É quase como se fosse uma visão antropológica. Como o  senhor não dá um ponto sem nó, quer nos levar para onde com esse  transporte? </strong></p>
<p>Não nos esqueçamos de que toda a descrição é  uma fantasia, porque nesse livro, “<em>Eu me lembro</em>”,  eu discorro sobre memórias de um passado, mas esse passado não é nada  espiritual, é uma história. Então, levando o leitor até aquela realidade  cultural, até aquela civilização, até aquela maneira de ser, eu estou  sugerindo uma reflexão do indivíduo a respeito da validade daquela forma  de se relacionar com os filhos, com os pais, com os amigos, com os  inimigos, com a pessoa amada. Então, talvez o conteúdo do livro possa  fazer uma contribuição ao aprimoramento individual. Agora, onde está a  fronteira entre a fantasia, a ficção, o mito e a realidade, isso eu  deixo para que o leitor descubra.</p>
<p><strong>No  entanto, a segunda parte do livro, já tem um cariz quase antropológico,  já não é uma ficção pura? </strong></p>
<p>A ficção à qual eu me refiro é o conto em  si. Eu utilizei o máximo possível de elementos palpáveis, de fatos  reais, de dados históricos para construir o alicerce do conto. Eu vejo a  possibilidade de que a pessoa, primeiro, seja conquistada pelo coração,  por isso o início do livro é muito doce, muito meigo, depois ele é  romântico, e finalmente ele é, digamos, mais filosófico. Na parte final,  ele perde um pouco da doçura, porquanto na idade madura tornamo-nos  mais realistas. É a história de uma pessoa que cresce. Primeiro é  criança, então tem uma visão mais imaginativa do mundo. Depois torna-se  adulto. Naquela época o homem tornava-se adulto aos 15 anos de idade,  era a idade em que já estava apto a reproduzir, constituir família. E  envelhecia cedo, já era um senhor aos 30 anos de idade. Nesse momento,  ele já vê o mundo de uma maneira mais consistente, mais cuidadosa, mais  prudente. Eu tento transmitir no texto um pouco da nossa filosofia, não  muito, apenas um pouco, porque o livro é pequeno. É um dos menores  livros que eu escrevi.</p>
<p><strong>Pode ser  menor em tamanho, mas eu senti que era o elemento mais instigante,  porque há várias leituras a fazer por trás. </strong></p>
<p>Sim, inclusive uma leitura revolucionária,  no bom sentido. Uma leitura que subverte os maus hábitos e a estrutura  de parca civilidade do nosso mundo. Não na intenção de demolir nada, mas  no sentido de sugerir que o leitor pare e pense: “Afinal, essa proposta  parece interessante! Quem sabe, nós podemos adotá-la? Vamos  experimentar, vamos usar isso na família, vamos aplicar esses  procedimentos com os nossos amigos.”</p></blockquote>
<p>Links de todas as partes já publicadas:</p>
<ul>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-1/">Entrevista com            DeRose &#8211; Parte 1</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-2/">Entrevista com           DeRose &#8211; Parte 2</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-1/">Entrevista com                 DeRose &#8211; Parte 1</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-2/">Entrevista com                DeRose &#8211; Parte 2</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-3/">Entrevista com               DeRose &#8211; Parte 3</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-4/">Entrevista com              DeRose &#8211; Parte 4</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-5/">Entrevista com             DeRose &#8211; Parte 5</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-6/">Entrevista com           DeRose &#8211; Parte 6</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-7/">Entrevista com          DeRose &#8211; Parte 7</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-8/">Entrevista com         DeRose &#8211; Parte 8</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-9/">Entrevista com        DeRose &#8211; Parte 9</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-10/">Entrevista com       DeRose &#8211; Parte 10</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-11/">Entrevista com      DeRose &#8211; Parte 11</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-12/">Entrevista com     DeRose &#8211; Parte 12</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-13/">Entrevista com    DeRose &#8211; Parte 13</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-14/">Entrevista com   DeRose &#8211; Parte 14</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-15/">Entrevista com DeRose &#8211;  Parte 15</a></li>
</ul>
<ul></ul>
<p>A entrevista foi transcrita por  Alexandre  Montagna e    simultaneamente     por Renata Coura e  Maicon  Casagrande, com a     colaboração de Caio     Martareli, Priscila  Ramos,  Raffa Loffredo,    Taline  Mendes, Rômulo      Justa e Alessandra   Filippini. Revisões    sucessivas feitas  por Fernanda     Neis, Alessandra   Roldan, DeRose e    Camacho.</p>
<p>(<a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/imprensa/transcricao-da-entrevista-revisada/">fonte</a>)</p>
<p><br/><br/><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-9/">Entrevista com DeRose &#8211; Parte 9: eu me lembro</a></p>
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		<item>
		<title>Entrevista com DeRose &#8211; Parte 8: conceitos aplicados</title>
		<link>http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-8/</link>
		<comments>http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-8/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 12 Jun 2010 23:59:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unidade Alto da XV</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[derose]]></category>
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		<description><![CDATA[Trecho da entrevista concedida pelo Comendador DeRose ao jornalista António Mateus, no Palácio Pestana, em Lisboa, no ano de 2009. Mas o senhor quando mobiliza os seus instrutores, a sua família, a sua egrégora DeRose, está a configurar um futuro. Onde é o horizonte que configura para esta sua passagem pela vida? Eu diviso, a [...]<p><br/><br/><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-8/">Entrevista com DeRose &#8211; Parte 8: conceitos aplicados</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trecho da entrevista concedida pelo <strong>Comendador DeRose</strong> ao        jornalista <strong>António Mateus</strong>, no  Palácio Pestana, em Lisboa, no  ano       de 2009.</p>
<blockquote><p><strong>Mas o  senhor quando mobiliza os seus instrutores, a sua família, a sua  egrégora DeRose, está a configurar um futuro. Onde é o horizonte que  configura para esta sua passagem pela vida? </strong></p>
<p>Eu diviso, a curto prazo, pessoas mais  felizes e mais saudáveis, com uma qualidade de vida melhor. Porque isto é  o que as nossas técnicas proporcionam. Em primeiro lugar, maior  qualidade de vida. A médio prazo, eu vejo prosperidade. A longo prazo,  autoconhecimento.</p>
<p>Uma pessoa que tem melhor qualidade de  vida, que tem mais tolerância, que sabe lidar com o ser humano, que sabe  lidar com seus superiores hierárquicos ou com seus comandados, sabe  lidar com seus clientes, com seus fornecedores, sabe lidar com seus  amigos e com a sua família, com as suas relações afetivas, essa pessoa  está no controle. Converte-se em um líder. Um líder sereno, carismático  dentro do seu respectivo ambiente. Então, a médio prazo, isso  proporciona estabilidade. Estabilidade na relação afetiva, estabilidade  na família, estabilidade no trabalho. A conseqüência é prosperidade.</p>
<p>Eu já estou nessa caminhada há meio século.  Durante estes cinquenta anos de profissão, tenho observado que de fato  as pessoas que seguem a Nossa Cultura, a médio prazo, começam a  conquistar a estabilidade, a prosperidade, mais felicidade, maior  expectativa de vida.</p>
<p>O aumento da expectativa de vida é  conferido, inclusive, pelos bons hábitos que são propostos. Nossa  Filosofia ensina a não utilizar drogas, a não utilizar álcool, não  utilizar fumo. E buscar hábitos saudáveis. Isto, muito longe de tornar a  vida sem graça, torna-a muito mais interessante, porque aumentando a  sua lucidez, se você não está sob influência de droga alguma. Então, se  você não está sob o jugo de nenhuma dessas substâncias tóxicas, que  interferem com a consciência, inquestionavelmente, desfruta de mais  felicidade, mais lucidez, percebe o mundo de uma outra maneira e,  consequentemente, o mundo e a vida ficam muito mais divertidos. Essa  pessoa fica mais feliz de fato. E, a longo prazo, a proposta é aquele  estado de consciência expandida que nos conduza ao autoconhecimento.</p>
<p><strong>Esse é o  objetivo a nível individual? </strong></p>
<p>No âmbito individual, o autoconhecimento.  Se um dia, a humanidade conseguir chegar a esse estado, nós vamos ter  uma humanidade muito diferente da que temos atualmente, porque hoje nós  partimos para soluções drásticas. Nós sempre observamos que, em um mesmo  momento, várias nações estão em conflitos armados. Se conseguíssemos  que, senão toda a humanidade, pelo menos aqueles que têm o poder de  decisão, aqueles que podem criar leis, aqueles que podem declarar  guerras, se todos esses estivessem em um estado de consciência melhor,  mais expandido, nós teríamos um mundo muito mais harmonioso. Hoje, nós  vemos que, muitas vezes, em muitos países, o governante não quer o  bem-estar e a evolução do povo. Até porque, se o povo ficar mais lúcido,  é capaz de tirá-lo do poder. Considerando o nosso ideal, nós [<em>a humanidade</em>] não estamos em um momento bom. E a  demonstração disso são, justamente, esses conflitos que observamos em  várias regiões do globo. Mas se, passo a passo, gradualmente, sem  nenhuma intenção de converter pessoa alguma, aos poucos, isso der certo,  no sentido de uma expansão para a população em geral, eu acredito que  realmente nós vamos ter, num futuro, um mundo muito diferente.</p>
<p>O século XXI já está diferente se nós  compararmos a qualidade de vida e o nível de consciência, não apenas de  cultura, não apenas de informação, não apenas de ilustração, mas o nível  de consciência mesmo da maior parte da população comparada com 200  anos, 500 anos atrás, 800 anos atrás, nós estamos numa curva ascendente.</p></blockquote>
<p>Links de todas as partes já publicadas:</p>
<ul></ul>
<ul>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-1/">Entrevista com                 DeRose &#8211; Parte 1</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-2/">Entrevista com                DeRose &#8211; Parte 2</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-3/">Entrevista com               DeRose &#8211; Parte 3</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-4/">Entrevista com              DeRose &#8211; Parte 4</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-5/">Entrevista com             DeRose &#8211; Parte 5</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-6/">Entrevista com           DeRose &#8211; Parte 6</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-7/">Entrevista com          DeRose &#8211; Parte 7</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-8/">Entrevista com         DeRose &#8211; Parte 8</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-9/">Entrevista com        DeRose &#8211; Parte 9</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-10/">Entrevista com       DeRose &#8211; Parte 10</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-11/">Entrevista com      DeRose &#8211; Parte 11</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-12/">Entrevista com     DeRose &#8211; Parte 12</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-13/">Entrevista com    DeRose &#8211; Parte 13</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-14/">Entrevista com   DeRose &#8211; Parte 14</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-15/">Entrevista com DeRose &#8211;  Parte 15</a></li>
</ul>
<ul></ul>
<p>A entrevista foi transcrita por  Alexandre  Montagna e   simultaneamente     por Renata Coura e  Maicon  Casagrande, com a    colaboração de Caio     Martareli, Priscila  Ramos,  Raffa Loffredo,   Taline  Mendes, Rômulo      Justa e Alessandra   Filippini. Revisões   sucessivas feitas  por Fernanda     Neis, Alessandra   Roldan, DeRose e   Camacho.</p>
<p>(<a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/imprensa/transcricao-da-entrevista-revisada/">fonte</a>)</p>
<p><br/><br/><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-8/">Entrevista com DeRose &#8211; Parte 8: conceitos aplicados</a></p>
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		<title>Entrevista com DeRose &#8211; Parte 7: conceitos aplicados</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Jun 2010 23:54:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unidade Alto da XV</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[derose]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://yogaaltodaxv.org.br/blog/?p=2594</guid>
		<description><![CDATA[Trecho da entrevista concedida pelo Comendador DeRose ao jornalista António Mateus, no Palácio Pestana, em Lisboa, no ano de 2009. Martin Luther King legou-nos um sonho que ele tinha – “I have a dream”. O John Lennon pintou com música – “Imagine”. Nelson Mandela trocou a sua liberdade por esse sonho. O visionário DeRose, como [...]<p><br/><br/><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-7/">Entrevista com DeRose &#8211; Parte 7: conceitos aplicados</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trecho da entrevista concedida pelo <strong>Comendador DeRose</strong> ao       jornalista <strong>António Mateus</strong>, no  Palácio Pestana, em Lisboa, no ano       de 2009.</p>
<blockquote><p><strong>Martin  Luther King legou-nos um sonho que ele tinha – “<em>I have a dream</em>”.  O John Lennon pintou com música – “<em>Imagine</em>”. Nelson Mandela  trocou a sua liberdade por esse sonho. O visionário DeRose, como é que  configura esse sonho? </strong></p>
<p>Eu não diria visionário. Porque o nosso  trabalho é muito terra-a-terra, é muito objetivo, vai diretamente ao  indivíduo no mundo em que ele vive. Ou seja, sem subjetividades, sem  teorizações, sem suposições. Ideais, sim. Mas dentro de um cuidado muito  grande para que esses ideais não se tornem fanáticos. O fanatismo tem  que ser evitado. Mas a intenção é justamente conduzir estes conceitos a  que o indivíduo possa aplicá-los de fato. Que não seja apenas uma linda  proposta, um lindo discurso, mas que ele realmente chegue lá na sua  empresa e faça isso funcionar, modificando a estrutura do seu negócio,  modificando a administração da empresa, tornando cada funcionário, cada  colaborador seu um indivíduo que tem um valor, que tem um potencial, que  tem uma criatividade e que é um ser humano. Não no sentido obsoleto de  entender o funcionário e o empresário como forças oponentes num cabo de  guerra, mas colocando todos a tracionar na mesma direção, direção essa  que é o progresso individual e, por consequência, o progresso da  sociedade.</p>
<p><strong>Quando o  senhor imagina, vamos pegar no “<em>Imagine</em>” do John Lennon,  quando o senhor sonha um futuro, sonha o quê? Vê o que no fim dessa  viagem? </strong></p>
<p>No “<em>Imagine</em>” eu vejo  um credo. O que ele propõe é realmente revolucionário. Até me causa  espécie que não tenha havido reações mais virulentas contra aquelas  propostas, porque Lennon exorta o indivíduo a superar as limitações de  pátria, as limitações de fronteiras. Isso obviamente não agrada nada à  maior parte da população, dos governantes, dos poderes constituídos.  Querer que todos sejamos um só povo, uma única humanidade. E ao propor “<em>no religion too</em>”! Era de se esperar que todas as religiões  censurassem a ousadia. Mas não aconteceu isso. A música é linda e o que  nós vemos é que a sua letra é aceita por todos, inclusive pelos  governantes, pelos poderes constituídos, pelas religiões em geral. As  pessoas gostaram da mensagem de <em>Imagine</em> porque  Lennon soube como expressá-la com arte e estética.</p></blockquote>
<p>Links de todas as partes já publicadas:</p>
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<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-1/">Entrevista com                 DeRose &#8211; Parte 1</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-2/">Entrevista com                DeRose &#8211; Parte 2</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-3/">Entrevista com               DeRose &#8211; Parte 3</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-4/">Entrevista com              DeRose &#8211; Parte 4</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-5/">Entrevista com             DeRose &#8211; Parte 5</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-6/">Entrevista com           DeRose &#8211; Parte 6</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-7/">Entrevista com          DeRose &#8211; Parte 7</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-8/">Entrevista com         DeRose &#8211; Parte 8</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-9/">Entrevista com        DeRose &#8211; Parte 9</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-10/">Entrevista com       DeRose &#8211; Parte 10</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-11/">Entrevista com      DeRose &#8211; Parte 11</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-12/">Entrevista com     DeRose &#8211; Parte 12</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-13/">Entrevista com    DeRose &#8211; Parte 13</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-14/">Entrevista com   DeRose &#8211; Parte 14</a></li>
<li><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-15/">Entrevista com DeRose &#8211;  Parte 15</a></li>
</ul>
<ul></ul>
<p>A entrevista foi transcrita por  Alexandre  Montagna e  simultaneamente     por Renata Coura e  Maicon  Casagrande, com a   colaboração de Caio     Martareli, Priscila  Ramos,  Raffa Loffredo,  Taline  Mendes, Rômulo      Justa e Alessandra   Filippini. Revisões  sucessivas feitas  por Fernanda     Neis, Alessandra   Roldan, DeRose e  Camacho.</p>
<p>(<a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/imprensa/transcricao-da-entrevista-revisada/">fonte</a>)</p>
<p><br/><br/><a href="http://yogaaltodaxv.org.br/blog/derose-7/">Entrevista com DeRose &#8211; Parte 7: conceitos aplicados</a></p>
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