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Entrevista com o professor Rogério Brant, diretor da Unidade Alto da XV

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Abrimos a série de entrevistas semanais com os instrutores da Unidade Alto da XV com seus instrutores com as respostas de seu diretor, o professor Rogério Brant.

Quando e onde você conheceu Nossa Cultura?
Em 1995.

O que levou você a começar a praticar o Método DeRose?
Fiquei muito interessado na profissão de instrutor de Yôga

Qual foi o seu primeiro instrutor e que lembrança você tem do primeiro contato com o Método?
Foi o Mestre Sérgio Santos. E lembro-me como se fosse ontem: achei que ia ficar só relaxando e fiz uma aula que mexeu como todos os meus músculos (risos). Até aqueles que eu não sabia que existiam!

Quando decidiu se tornar instrutor do Método DeRose?
Assim que comecei a praticar, em 1995.

Quem é seu monitor?
O meu monitor é o Mestre Sérgio Santos. A escolha foi bem fácil, pois me identifiquei com o seu caráter e o seu profissionalismo. Esta identificação é fundamental, pois, a partir deste momento, ele passou a ser uma referência e ao mesmo tempo um conselheiro me impulsionando no meu desenvolvimento pessoal e profissional.

Quem é seu supervisor e qual a importância desse relacionamento?
O meu supervisor é o Mestre DeRose. Enquanto o monitor nos auxilia nas pequenas causas ou na rotina do dia-a-dia, o supervisor olha de um ângulo bem mais alto, nos ajudando a traçar o propósito das nossas vidas. O supervisor tem uma visão mais global de todo o contexto e, ainda por cima, muita experiência de vida, podendo assim nos auxiliar nos nossos propósitos de vida!

Que coisas considera importantes quando transmite a nossa filosofia?
Fazer com que cada um aprenda a desenvolver ainda mais o amor e a tolerância enquando está executando as técnicas. Claro que considero importante ensinar as técnicas (respiratórios e posições), entretanto mais fundamental é ensiná-los a melhorar o seu comportamento através destas técnicas. Para ele conseguir este resultado é necessário que ele aprenda a transcender a técnica executada. No final, a técnica é apenas um espelho para que o praticante olhe mais para dentro de si.

Do que mais gosta em nossa cultura?
Do ambiente que permite aos instrutores e alunos vivenciarem na prática tudo aquilo que aprende-se nos livros. Na nossa escola a teoria é IGUAL à prática. Não devem existir divergências.

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5 comentários

1 Rogério { 14/7/2009 às 3:30 pm }

que surpresa estas fotos (rsrsrsrsrs). Adorei!

2 Anísio { 14/7/2009 às 11:36 pm }

Mesmo com cara de brabo é cativante.

Pena a experiência, histórias e vivências do Prof. Rogério não “caberem” aqui, mas pra isso temos a convivência diária na unidade.

Grande abraço e sincero agradecimento pela oportunidade. :)

3 Entrevista com o instrutor Marco Carvalho | SwáSthya Yôga em Curitiba | (41) 3264 6495 { 23/7/2009 às 12:05 pm }

[...] Leia também a entrevista com o professor Rogério Brant [...]

4 Pablo { 23/7/2009 às 6:33 pm }

Ebaaa Rogerio!! lindas fotos…! el John Travolta de nuestra cultura!
Un abrazo enorme, me encantó el ciclo de entrevistas.

5 Método DeRose - Yôga Amadora { 24/7/2009 às 3:39 pm }

Ehehehehehe

Adorei essa fotos do Rogério! Fartei-me de rir.

Abraços para todos, vindos de Portugal com todo o carinho.
SwáSthya!

Carlos Leocádio

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